Alma estilhaçada
Estou colhendo a minha semeadura de escolhas erradas,
Meu caminhar é sem rumo e o precipício é minha sorte.
O desespero é meu conselheiro nas madrugadas
E ao meio dia, me sonda a morte.
Em meu peito bate um coração desfalecido
Pelas montanhas de dor e pelo oceano de lágrimas
Que enfrentei até aqui, mas a Ti elevo meu olhar perdido
Na certeza da cura para as minhas lástimas.
Meu coração está em brasas e agora posso ver
Que de um novo recomeço ressoa a Salvação
Rasgando o véu da escuridão.
Aos Teus pés dobro meus joelhos e posso crer
Que ascendi aos céus ao derrubar meu orgulho no chão
E ao prostrar-me diante de Cristo alcancei meu galardão!
Créditos da imagem: https://www.facebook.com/joaomauroferreira.panema?fref=ts
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